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Textos

Um arco-íris que brota da montanha azulada. uma chuva de colheres de prata, os cacos de vidros reluzindo o medo e a síndrome de pânico se espalha.
Daltonicamente conto os segundos temendo que a praia me engula, suspeitos por todos os lados, olhares de estranhas criaturas.
Esse polvo não me prenderá com nenhum tentáculo horripilante, andarei até os confins dessa areia para que o perto, fique mais distante.
Agora que estou distante de tudo, é fácil fugir de todos os meus medos, pessoas, fantasmas, feras, sombras, jamais descobrirão meus segredos...
Estou voando para o outro lado...
Do abismo.
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J B ROMANI |
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Publicado em 06/01/2010 às 22h33
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