UM TEMPO ESTRANHO

Eu colho as pedras do caminho como se fossem uvas e bebo a poeira como se fosse vinho.

Textos

P E R I G O



Prisioneiro de seu olhar

me debato e reluto,
tentando escapar dessa cela.
 
Tento fugir de suas garras afiadas,
que em minha paixão encravadas,
o meu coração dilacera.
 
O meu peito dói e se aperta,
cada momento é hora certa,
de ficar longe de ti.
 
Desatento não paro, não penso,
perdido em meus pensamentos,
o certo é que não quero fugir.
 

J B ROMANI

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Publicado em 25/07/2010 às 17h35


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